Ei galera,
Bom, meu texto hoje é pra tentar esclarecer algumas coisinhas aí que estão acontecendo no centário nacional.Essas coisas estão ligadas ao caso da garotinha Isabelle, que foi jogada do prédio esses dias atrás. Foi confirmadopela perícia que a garota não apenas caiu do sexto andar do prédio mas foi torturada e asfixiada.Aí vem a pergunta: Como alguém de carne, osso, dois olhos, um nariz e uma boca pôde ter feito algo tão horrível?
Olha só. Primeiramente, o assassinato de crianças não é uma coisa muito incomum. Veja a diferença da reaçãode uma pessoa quando você comenta que mil crianças morreram no Iraque porque uma granada explodiu e uma meninafoi torturada até a morte por um sequestrador. Crianças morreram de qualquer forma mas no segundocaso, o assassinato é considerado mais brutal pela sociedade.
E outra, a Época dessa semana traz uma entrevista com um psquiatra que, se eu não me engano, diz que uma pessoa aparentemente normal pra sociedade pode cometer, em um ímpeto de euforia, crimes como assassinatoou outro tipo de violência. Além disso, não se pode descartar a posibilidade de uma psicopatia por partedo assassino(a) dessa criança.
Há algum tempo, uma garotinha inglesa, Madeleine MacCan, desapareceu de um quarto de hotel em Portugal e aindanão há pistas concretas do paradeiro da menina. Os pais são suspeitos do crime assim como no caso Isabelle,aqui no Brasil.
E mais um caso. A Veja de uns dias atrás traz uma reportagem sobre a mulher de Goiânia, casada e com filhos,que torturava meninas de classe inferior sem ao menos tentar justificar nenhum motivo aparente. Melhor, a justificativa era que a criminosa achava que isso não era um tipo de tortura. Vê se pode! As meninasque prestaram depoimentos alegaram tipos de tortura que eu nem vou citar aqui.
Pois então, basta saber de onde vem tanta maldade no coração de certos humanos.
It's time of a love revolution!
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2 comentários:
Não é um comentário sobre o post, mas sobre o blog.
Acho que já li tudo ehiuahiuehiuaeha
tô gostando bastante, escrevam mais!
beijos meninas =]
to te falando... foi a mãe!
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