quarta-feira, 30 de abril de 2008

minha mãe agora é uma internauta

estava sem assunto pra postar aqui no blog, morgando na internet depois de ter lido uma folha imensa folha
sobre história do Espírito Santo quando minha mãe me ligou. "Filha, eu quero entrar no msn pra te ver
na webcam", disse ela. Socorro! Não sabia se eu ia ficar mais estressada explicando pra ela como entrar
ou depois que ela entrasse.
hauiehiuhaeihaue

Primeiro passo: como ensinar ela a entrar no msn? Vamos lá, paciência-mor e determinação. "Mãe, vai em iníciar,
programas e windows live messenger". Pra falar por telefone windows live messenger foi um sacrifício mas depois
de uns 10 minutos, chegamos lá.

Segundo passo: ensinar minha mãe a escrever no msn porque ela não sabia em que espaço branco escrever.
Conseguimos novamente! tive que falar pra ela que embaixo de umas 'carinhas' tinha um espaço em branco
e que ela devia clicar em cima dele e digitar. Depois, não esquecer do enter senão eu não receberia a mensagem.

Terceiro passo: Como ela ia me ver pela webcam? Sorte minha que quando fui em linhares deixei tudo
instalado certinho lá. esse foi o passo mais fácil, só ela aceitar meu convite.

Foi isso.. depois de uma meia hora nós conseguimos nos falar e detalhe; se ela ficou 10 minutos online foi muito,
segundo ela, 'isso é uma chatice'. Agora me diga se eu não devo ser canonizada?

terça-feira, 29 de abril de 2008

sombras de goya

Olá galera,

pelo que vi, o post da nossa amiga nega Thams rendeu altos comentários. Pra quê se manter no anonimato,
faça nossa alegria, comente no nosso blog hahahahaa.

bom, meu texto hoje vai ser pra elogiar e recomendar um filme. Depois de um tempinho sem escrever
(anda me faltando tempo pra tudo, tô que nem a dé, reclamando até de tempo pra dormir), vou falar de um
filme que eu vi com meu namorado lindo. Goya foi um pintor espanhol que viveu na idade moderna. Época do
absolutismo, mecenato, reforma e contra-reforma. Época que a igreja católica resolveu recolocar em prática
o tribunal da santa inquisição. Não sei quem foi que teve essa 'brilhante' idéia mas podiam fazer um
interrogatório cristão católico com esse espertinho. Quem sabe ele não repensaria em não criar o tribunal.

voltando ao filme... uma garota espanhola, de família tradicional, é solicitada pra um interrogatório pois
suspeitavam que ela fazia cultos judaicos pelo simples fato de não comer carne de porco. Coitada da garota,
não se podia não gostar de carne de porco naquela época hhahaha. Pois então, ela é presa e torturada pelo
santo ofício.

Nesse meio tempo, entra em cena também um padre, interpretado pelo brilhante Javier Bardem, que segue
todo aquele estereótipo de sacerdote da época. O padre, a pedidos de Goya, tenta libertar a garota (não
porque era bonzinho, e sim porque foi chantageado) e acaba mantendo relações ... com ela.

E assim, o filme continua.. não vou contar mais pra não perder a graça

um grande beijo pra voces !

OBS: A pedidos, logo em breve postarei algumas das minhas piadas (ho ho ho) aiuehiuaheuae

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Campanha COMENTE E DEIXE AS BLOGUEIRAS FELIZES!!

Ei, pessoal! Que tal participar da campanha?

É muito simples:
se você lê esse blog de vez em quando, de vez em sempre ou até de vez em quando, se você parou aqui por acaso, se você só entrou por curiosidade, se você entrou porque gosta do que a gente escreve, ou até se você entrou porque simplesmente você não vai com a cara da gente e quer ver as coisas que a gente tem coragem de por na internet...

COMENTE!!!

De vez em quando algum amigo vem falar comigo que o blog tá legal, que tem umas coisas bacanas, que gostou do que viu. Tenho certeza que também acontece com as meninas. Isso dá uma satisfação enorme e mais vontade de escrever ainda, procurar coisas legais pra postar aqui, enfim, tocar o blog.
Mas tem gente que visita e não comenta. Ok, não quero fazer uma política chata de "se entrou, agora comenta!!!", como algumas pessoas fazem no orkut "é né, visitou e nem deixou um scrap? :(" UHAEHIAEHIAE. Eu só queria, vamos dizer, palavras de incentivo? (huuhahuauha). Eu sei que tem mais gente que lê essa budega além das próprias blogueiras (ou eu quero acreditar), mas a gente acaba ouvindo a opinião só de nós mesmas, fica uma coisa fechada. Portanto, se você, por algum motivo do universo, está nessa página, manda um recado pra gente. Fala o que você acha. Não sei se vocês não comentam por preguiça ou por achar que tem que fazer um cadastro, mas é só fazer o login com a conta do Orkut mesmo, que eu tenho certeza que seus dedos tão mais que treinados para digitar - já é automático.

É isso, galera! Façam um agradinho pra gente, se puderem - e quiserem, é claro. [i]A gente agradessemos.[/i]

ps: agradecimento especial a quem já fez isso por aqui: meus primos Flauber e Junin, que sempre batem ponto por aqui; a Raísa, a Cíntia, o Roberto, entre outros, que infelizmente não lembro o nome agora :S

=D

Gazeta On Line >> Minuto a Minuto

Estava eu, em meados de Dezembro, correndo para o Darwin para não perder a primeira aula das questões discurssivas da Ufes. Quando um estagiário, com um gravador na mão, fez umas perguntas e eu as respondi. Ele tinha me dito que era da rádio CBN, ou alguma coisa do tipo. Hoje lembrei disso e fui atrás dessa "notícia", olha o que eu achei : Gazeta On Line ! Eu nem me lembro se foi isso mesmo o que eu falei, mas já dá pra contar história, haha.

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Formato Mínimo

Ei galera,

=> Aqui vai uma canção do Skank chamada "Formato Mínimo"
(Cosmotron 2003)

Começou de súbito
A festa estava mesmo ótima
Ela procurava um príncipe
Ele procurava a próxima

Ele reparou nos óculos
Ela reparou nas vírgulas
Ele ofereceu-lhe um ácido
E ela achou aquilo o máximo

Os lábios se tocaram ásperos
Em beijos de tirar o fôlego
Tímidos, transaram trôpegos*
E ávidos*, gozaram rápido

Ele procurava álibis
Ela flutuava lépida*
Ele sucumbia ao pânico
E ela descansava lívida

O medo redigiu-se ínfimo*
E ele percebeu a dádiva
Declarou-se dela, o súdito
Desenhou-se a história trágica

Ele, enfim, dormiu apático
Na noite segredosa e cálida
Ela despertou-se tímida
Feita do desejo, a vítima

Fugiu dali tão rápido
Caminhando passos tétricos*
Amor em sua mente épico
Transformado em jogo cínico

Para ele, uma transa típica
O amor em seu formato mínimo
O corpo se expressando clínico
Da triste solidão, a rúbrica

*trôpegos: dormente; deficiente
*ávidos: que quer ardentemente
*lépida: jovial, alegre
*ínfimo: insignificante
*tétrico: fúnebre


OBS: Coloquei o vocabulário de algumas palavras pra ajudar na interpretação

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Pessoas

Há pessoas e pessoas nesse mundo. E pessoas e pessoas para você. Cada uma com seu cada qual, com a sua importância, com seu papel na sua vida. Há aquelas pessoas legais de se conversar num barzinho; há aqueles que são bons companheiros de "rock" (não é porque eu estou em sampa que eu acho que "balada" é mais legal de se falar), mas para quem você nem pensaria em contar seus segredos; há aqueles que existem para te escutar: você desabafa, fala o que está pensando - por mais estapafúrdio que seja, o que te agonia, o que faz você feliz. Há pessoas boas para se falar justamente o que a gente não quer ouvir, só para a gente aprender. Há pessoas legais para se fofocar da vida alheia. Para jogar baralho. Para falar no MSN. Para se perder a paciência, e por aí vai.

Há pessoas que simplesmente não importam. Sim, elas podem estar no seu cotidiano - na sua classe, no seu trabalho, no seu condomíno - mas não fazem diferença, sabe? Ela estando lá ou não, você não nota. É isso - tanto faz. Não que ela seja chata. Talvez ela seja até legal. O que acontece é que o santo não tenha batido. Ou então vocês não pararam pra conversar ainda. Vai saber.

Há pessoas que passam na sua vida rapidamente. São aquelas que, quando você pára pra olhar um álbum de fotos antigo, você se vê lá, abraçado com ela, com um sorriso de orelha-a-orelha, e se pergunta: "onde será que está essa pessoa agora? Nossa, quanto tempo que não a vejo!". É aquele amigo de colégio pelo qual a afeição foi tão arrebatadora quanto as paixões hollywoodianas. Vocês se conhecem, conversam, vêem que têm vários interesses e comum e viram os novos amigos-de-infância. A partir daí, é um grude: Não se vê mais os dois separados. Se falam todos os dias. Contam segredos. Por vezes um choraminga no colo do outro. Saem para barzinhos, festas de aniversário, sorveterias e caminhadas sempre juntos.
Mas aí chega uma hora em que o coleguinha tem que mudar de sala, ou de colégio, ou de cidade, ou até mesmo começa a namorar e esquece do mundo exterior. Aí, meu amigo, também é questão de tempo: aquela pessoa que você chamava de "amigo" e com a qual falava todo dia pelo telefone passa a ser um "colega" em questão de meses. Você não o reconhece mais, e vice-versa. Vocês não se batem mais, sabe Deus porque. E fica alguma coisa estranha no ar, de vez em quando você se lembra de alguma coisa engraçada que COM CERTEZA falaria para ele, talvez... Mas aí lembra que toda aquela intimidade criada em tão pouco tempo não está mais lá? Pra onde foi? Mas que coisa estranha... Aí vocês se cruzam em um shopping qualquer, dão um sorrisinho besta e dizem "oi, tudo bom?". E acabou, morreu todo o assunto, realmente não existe mais. Mas é um processo gradativo e praticamente indolor (a não ser nos momentos nostalgia): a distância vai acontecendo naturalmente (mesmo que não seja física, veja bem), e aquela pessoa sem a qual você nem ia na esquina antigamente acaba só existindo de verdade nas fotos.

Ah, sim, e há aquelas pessoas. "Aqueeeelas". As que REALMENTE fazem a diferença. Que não importa se estão longe ou perto, se falamos muito ou só podemos falar pouco, se conhecemos desde que nascemos ou há três meses. Elas tem um "quê" que não dá pra explicar. Elas, sim, importam, marcam e são inesquecíveis. É, pode parecer piegas, mas essa que é a verdade. Momentos impagáveis, bobagens, feriados, festas, carnavais, filmes, brigadeiros. O que mais importa é que com aquela pessoa você simplesmente se sente bem, pode confiar, falar qualquer baboseira que passar pela sua cabeça sem medeo de repreensão. É com essas pessoas que qualquer hora é hora, e qualquer lugar é lugar. É com elas que você tem as conversas mais marcantes da sua vida, é daí que vêm os conselhos mais preciosos, acholimento, sensação de não estar só onde quer que você esteja. É ter realmente pra quem ligar quando você lembrar de alguma piada sem-graça ou então quando acontece alguma coisa engraçada com você quando se está só. São pessoas que, invariavelmente, nos deixam com saudades. Pessoas queridas. Peassoas para as quais desejamos tudo-de-bom. E queremos, sempre que possível, ter por perto. São pessoas que não nasceram com você, mas já fazem parte de tudo que você é hoje. E dedico esse texto para essas pessoas, que eu tenho certeza que sabem que são especiais assim para mim.

Um beijo e me aguardem! Dia 26 de maio eu volto à Vitória.

domingo, 20 de abril de 2008

A volta pra casa no feriado

É incrível a unanimidade das pessoas que moram sozinhas
ao descrever o ambiente familiar quando voltam pra casa, seja
num feriado apenas ou nas férias.
Primeiro, assim que cheguei minha mãe olhou pra minha roupa e disse:
"Jamili, você não teve tempo de tirar o uniforme e colocar uma roupa
decente?". Claro que como tinha acabado de chegar, tive toda paciência
do mundo e respondi num tom de voz muito agradável. "Não, mãe,
saí correndo do Darwin, almocei e vim pra Linhares".
Eu realmente sou uma pessoa que possui paciência até onde a educação
termina. E isso é motivo de briga constante entre mim e minha mãe.
Olhei o post da Déh ali embaixo e vi que nós, jovens, somos dotados
de uma falta de paciência incrível. Talvez isso seja fruto
do começo de uma formação de opinião definitiva. Dizem que a
adolescência transita entre o incerto e o definitivo. Por isso, meus
caros, somos mestres em contestar a idéia dos outros, numa prova
de que já somos capazes de escolher o que é melhor pra nós.
Outra coisa, minha mãe fez uma moqueca hoje e eu não gosto.
Vocês acreditam que ela ficou inconformada por eu não comer algo
que levou tanto tempo pra ser feito? Pô, lamento por ela que não
me fez uma, somente uma única pergunta "Dá pra comer moqueca no almoço?"
HAHAHAHAHHAHAHAH. E olha, fui obrigada a comer arroz e feijão pra
me punir desse "ato de teimosia".
E, por fim, é claro que fui chamada pra fazer alguma tarefa
aqui em casa logo no momento que eu parei pra resolver minha prova
de química do CELV. Super concentrada, fazendo altas regras de três
(shhhhhhhhhrr..) e quem me chama? Claro, minha mãe. "Filha, vem aqui
ligar pra não sei quem" Grrrrrrrrrrrrrrr. Vou ter 120 filhos pra
ficar fazendo os coitados revezarem nas tarefas. Respondi com minha
super rebeldia, claro, na hora. "Mãe, logo agora que eu parei pra
estudar?" E claro, ela respondeu o que eu mais odeio.. "Jamili,
você tem o dia todo pra fazer isso".
Acabo de fundar o CJI, clube dos Joves Injustiçados.

A volta pra casa no feriado (Parte II)

Comer, dormir, estudar (um pouco) e ver filme. Essas são as coisasque eu faço aqui em Linhares nos feriados. Grande cidade do interiordo Espírito Santo, famosa por suas 63 lagoas que até hoje eu só conheço umas cinco e pólo moveleiro do estado (descobri que algumasdas maiores indústrias de móveis faliram), encontramos uma diversidadede atividades pra lazer aqui. A primeira delas é a locadora. Meu Deus, o que seria dos linharensessem uma locadora nos fins de semana? Não posso imaginar. Vi "Lutero",filme indicado pelo Totinho, nosso professor de história geral.Quem gosta, tá indicado. O filme é muito bacana, retrata de maneiraquase leal os acontecimentos principais da época da reforma religiosa. Vi "Valente" também, último filme da Jodie Foster, que fala de uma mulher norte-americana, moradora de Nova York que resolvefazer vingança com as próprias mãos após o assassinato do namorado.E claro, a Jodie Foster sempre brilhante. Aproveitando minha sessão crítica de cinema, vi "Ponto de Vista".Esse é super bacana. Um filme com roteiro bem diferente, até hojenão me lembro de ter visto nada parecido. A tentativa de assassinatode um presidente vista de modo diferente por várias pessoas.
Um bom feriado pra todos vocês, leitores do nosso blog.

sábado, 19 de abril de 2008

Ao Enéas!

Sábado de feriado emendado, e eu aqui, no computador, fazendo análises de entrevistas para um trabalho de faculdade. O da vez é uma série de cinco vídeos no Youtube com entrevistas do Enéas Ferreira Carneiro, do PRONA. Sim, é aquele Enéas, que gritava "Meu nome é Enéas!!!!!" dando um murro na mesa e falava que queria trazer a bomba atômica para o Brasil.
Pois é, para todo mundo, inclusive pra mim até a pouco tempo atrás, ele não passava daquelas figuras de Horário Eleitoral Gratuito - já que a gente era "obrigado" a assistir aquilo entre o Jornal Nacional e a novela das oito (que, na verdade, é das nove), nada como rir com o tipo de gente que aparece por lá, fazendo de tudo para conseguir um voto: fazendo rima, usando roupas espalhafatosas, levando a família, cantando músicas, repetindo a mesma coisa mil vezes, sei lá. Dá pra dar altas risadas!
Então. Aí eu vi os vídeos da entrevista do Enéas na Rede Vida. E percebi o quanto a gente julga as pessoas sem saber o que elas realmente são, indo pelo senso-comum, pelo que a mídia mostra, e ponto final, verdade absoluta! O Enéas é um doido varrido, o pai e a madrasta da Isabelle que mataram (eu não agüento mais ouvir esse caso na TV) , todo carioca é marrento, quem escuta Los Hermanos usa roupas e acessórios de estampa xadrez. Que certeza a gente tem?
Descobri que o Enéas é um cara polido, educado e super-culto. Médico, matemático e físico, passou em primeiro lugar em quase todos os concursos públicos que prestou. Nos cinco vídeos de entrevista fala com convicção e certeza de assuntos recorrentes - e não coisas mirabolantes, a là Jânio Quadros, como a maioria espera. Fala de educação, economia, segurança, critica o governo Lula - "Vossa Excelência só sabe falar do Corinthians", ele solta. Cita números, usa argumentos coerentes. Às vezes se exalta, fala mais alto, mas não perde a elegância, não é nada comparado ao horário eleitoral, do qual só tinha 15 segundos para apresentar sua proposta e, por isso, inventou o bordão.
Ele deu entrevista como Deputado Federal e presidente do PRONA, partido que fundou. Como presidente, sua votação sempre foi proporcionalmente pífia, mas como deputado federal, recebeu nada mais, nada menos que 1 milhão e meio de votos, a maior votação da história! Na época já estava sem a barba caracterizante, por conta da leucemia, que depois o matou.
No dia 6 de maio de 2007, saíram várias notas de jornal, várias reportagens em todos os canais noticiando sua morte e repassando o programa eleitoral onde gritava fervorosamente: "Meu nome é ENÉAS!!". Porque, no fundo, foi por isso que ele foi lembrado.

Bom, eu não vim aqui pra discutir política. Quem me conhece sabe que eu meio que "cago e ando" para esses assuntos, não tenho a menor paciência de discuti-los e não sou muito ativista nesse aspecto. Mas não venho aqui falar da corrupção do país, da "palhaçada" que às vezes o horário eleitoral se transforma, dos erros gramaticais do presidente, das falcatruas descobertas a cada dia, dos idiotas que torram o nosso dinheiro em viagens. Eu simplesmente, depois disso, parei para pensar. Como é que a gente pode ter uma opinião formada sobre algo com referências tão chulas? Como o Brasil inteiro pôde formar a imagem de um político com apenas 15 segundos de horário eleitoral? Como é que podemos julgar as pessoas só pelo pouco que vemos? A gente não conhece, a gente não sabe, a gente não vê. Mas sempre tem aquela prepotência de que sabe tudo.
Quase um ano depois de sua morte, descobri que não foi um cara barbudo e escandaloso que morreu, mas sim um cara esperto, estudado, entendido em assuntos políticos, que, de certa forma, soube usar seu escasso tempo na televisão para entrar na história e ficar no imaginário do brasileiro para sempre, pois poderia ter passado em branco como muitos outros. Tudo bem que talvez ele tenha umas idéias muito loucas para o meu gosto, mas não sei. Ele me pareceu mais coerente e honesto do que muito político por aí.

*

CLIQUE AQUI para ver os vídeos de Entrevista do Enéas no programa Sábado Especial, da Rede Vida.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

O canarinho cantou e levou a minha dor.

Eu queria escrever um texto que despertasse as pessoas. Fosse um sentimento, uma idéia ou até indignação. Pensei nessas últimas duas semanas que se passaram, mas nada. Não sei se é a rotina que me deixou menos criativa, ou se foi a preguiça. Talvez as duas, talvez não. Essas duas semanas foram estressantes e cansativas. Cheguei atrasada no trabalho pela primeira vez, tive insônia, acordei cedo e à noite, tive insônia de novo. Fiquei cheia de dúvidas sobre a minha vida, mas fiquei tranquila novamente. A tristeza veio, mas depois cantou o canarinho e levou a minha dor (trecho adaptado da música da Marisa Monte). Briguei com a minha mãe. Briguei com a minha irmã. Fiz as pazes com a minha mãe, e também com a minha irmã. Saí com duas amigas, que é incrível como a gente se conhece tanto. Gargalhei, bebi, comi, desabafei com elas. É impessionante como os melhores momentos da vida acontecem em situações simples. Não precisa ser uma viajem, ou algum momento de pura adrenalina. Pode ser ali, na varanda, com pessoas divertidas de se estar. E como é bom viver. Eu acho que na verdade o que eu queria dizer era isso. Que apesar de todo stress, de todo cansaço e sono, dos problemas familiares e dos problemas do mundo, mesmo assim é bom viver essa vida.

domingo, 13 de abril de 2008

Uma canção é pra isso

Domingo, o dia da letargia total, o dia do faustão, da música do fantástico, da incerteza de ondevocê vai almoçar, do que você vai fazer depois do almoço e tudo mais. Bom, eu, como escrava do saber,maneira como se referem os professores aos vestibulandos de medicina, devo-lhe confessar que eu tive que estudar hoje. Gente! Muito maneiro. O darwin criou um esquema de questõesonline com respostas gravadas pelos professores. Eu não conseguia parar de rir quando ouvia a voz do professordeelétrica dizendo: "letra E de "especial".
Mas, o que realmente me levou a escrever algo pro blog foi uma canção do skank chamada "Uma canção é pra Isso". Conheci a música pela Thamara e um dia o meu ex-professor de gramática e hoje, amigo, Roberto "Betão" Gava comentou ou passou essa música em sala. Não foi à toa, a música é metalingüística, ou seja, fala sobrea própria música. E a agente tava estudando algo do tipo. Achei fascintante. A música fala: "Uma canção é praacender o sol no coração da pessoa. Pra fazer brilhar como um farol o som depois que ressoa". Ô gente, presta atenção, tem alguma coisa mais gostosa do que ouvir uma música qualquer quando você nãotá fazendo nada e se encantar pela melodia dela? Não, não tem. Você fica completamente entretido(a). Não importaqual seja seu gosto musical, se você é doido, ouve metal \m/ e sabe apreciar solos de guitarra ou se vocêsimplesmente só ouve sertanejo, música que certamente fala da mulher amada que foi embora mas mantém presenteo regionalismo do nosso país nada grande.
Olha, sobrou uma opção, você pode gostar de tudo, como eu, melhor, quase tudo, mas que nesse universoalgo toque seu coração, desperte um bom sentimento, uma alegria ou uma mera lembrança. Acho que essefoi o objetivo da música do Skank, afinal "uma canção é pra trazer calor, deixar a vida mais quente, pra puxaro fio da paixão, no labirinto da gente"
Um grande beijo

sábado, 12 de abril de 2008

o Zé se ferrou !

Olá galera,

Aí vai um texto do psiquiatra Jairo Bouer


O Zé tem entre 25 e 35 anos, não é feio nem bonito, não é rico nem pobre, não é infeliz, mas tem lá suas dúvidas existenciais. O Zé poderia ser eu, poderia ser você, leitor, ou poderia ser, preste atenção leitora, seu namorado, candidato a companheiro ou até mesmo seu atual marido.
O Zé veio de uma vila, família numerosa, pais religiosos, educação sólida. O Zé fez faculdade na cidade grande, ganha algum dinheiro, mas não tanto quanto gostaria. Já tomou algumas rasteiras na vida, principalmente por causa das mulheres, que reclamam do seu jeito muito "tradicional" de ser.
O Zé tomou uma decisão: nas próximas semanas vai se vigiar, prestar mais atenção no mundo, ler tudo que for manual de auto-ajuda para tentar se tornar um homem moderno. Assim, quem sabe, consegue finalmente cativar o coração de uma mulher.
Estão lançados os doze desafios do Zé!
Primeiro desafio: o machismo
Zé nas alturas
Zé, que não é bobo nem nada, já aprendeu que tem que deixar as mulheres, de vez em quando, lógico, dirigirem seus próprios carros. Tirando as que odeiam guiar (e que, hoje em dia, não são muitas), não é de bom tom, quando elas passam em sua casa, perguntar se elas querem que você dirija, ou pior ainda, na hora da manobra (sempre o momento mais tenso da jornada, mesmo que a vaga seja a 45 graus) dizer: "querida, quer que eu estacione para você?". Não faça isso nunca! Essa lição o Zé já sabe de cor e salteado.
Mas não é bem disso que se trata o primeiro desafio. Outro dia Zé precisou viajar de avião, a trabalho, para o Nordeste. Isso acontecia quase toda semana. Já era noite, no movimentado aeroporto de São Paulo, quando ele alcançou a porta da aeronave. Como de costume, piloto e aeromoça estavam impecáveis em seus trajes azuis e vermelhos recebendo os passageiros. Uma olhada mais cuidadosa revelou um detalhe importante: o piloto tinha rabo de cavalo. Mais um minuto de observação mostrou que o piloto era, na verdade, uma pilota (será que é assim que se fala?)
Zé tentou se acalmar pensando "deve ser apenas a co-pilota" e buscou, tranquilamente, seu assento. Quando o avião taxeou, veio a tão temida confirmação: "Boa noite senhores passageiros, esse é o vôo 3131, com destino a Salvador a cargo da comandante Maria". Zé, que viaja de avião como quem caminha na praia, sentiu uma tensão que não conhecia. As mãos geladas, o suor na testa, os dedos inquietos. Será que é hoje que acaba tudo?
O avião demorou mais de meia hora para conseguir chegar à cabeceira da pista. E Zé não conseguir deixar de pensar que, se fosse um piloto, a essas alturas, eles já estariam sobrevoando o Atlântico.Com exceção de algumas turbulências, o vôo transcorreu na mais absoluta paz até seu destino final. A tensão foi passando e ele pode pensar melhor em como seu machismo estava arraigado até seu último fio de cabelo. Na hora do aperto, ele dava sinais claros de que vai bem, saudável e robusto!
Na hora do pouso, efetuado com maestria pela comandante Maria, Zé não conseguiu evitar que um pequeno sorriso escapasse pelo canto da sua boca. O suficiente para que um vizinho de banco, também deixasse claro o que estava pensando: "para uma mulher, até que ela pousou direitinho, né?"Bingo! Zé não estava sozinho! Isso aliviava parcialmente sua culpa!
Na hora de sair do avião, ele não pode afirmar com certeza, mas pela porta aberta da cabine, acha que viu a pilota passando um batonzinho vermelho. Bom, mulher perfeita nasce homem, não é mesmo?

Zé e seu machismo têm ainda um bom caminho a percorrer.

SAUDADES...

De sair da academia (ou simplesmente matá-la), atravessar a praça do Carone e passar na casa de Jamili pra fofocar; de assistir filme na casa da Débora nas tardes ociosas, comendo porcarias e bebendo Coca-Cola; de jogar sinuca depois de provas e simulados estressantes; de tomar sorvete na Kiabai nos dias de promoção; de não ter simplesmente o que fazer numa sexta à noite e ir pro Triângulo, ver as mesmas pessoas de sempre, não ter onde sentar e acabar num lugar mais sussa conversando; de passar na FLASH VÍDEO e ficar meia hora indecisa em que filme levar; de fazer brigadeeeiro pra comer; da "concentração" lá em casa antes de sair; das fotos nonsense; das ligações DO NADA da Débora lá pra casa, das ligações para contar PÉROLAS da Jamili; das sessões de cinema (adoooro!); de bater perna no Shopping Vitória até cansar, sentando na praça de alimentação e reparando nas figuras que passam; de filosofar sobre a vida, falar besteira, ou os dois juntos; das brincadeiras de mesa de bar; do Açaí (que eu não gosto), do cachorro quente, dos churrasquinhos; até mesmo dos recreios darwinianos, com as figuras mais figuras do mundo reparando nas bundas alheias.

Pois é, pensa que eu não sinto saudades? Eu sinto...
E não convido, imponho: VENHAM ME VISITAR o mais rápido possível. Aí a gente não vai pros rocks, mas pras baladas, porque aqui é Sampa, tá ligado, mano brow?

Bjs!

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Pensamento da siesta - "A USPÊ."

Bem, como eu tava meio sumida do blog com posts mais "consistentes" (não por falta de vontade, mas falta de criatividade mesmo...), hoje eu escrevi uma "coisa" (sei lá o que é, auhauhuha) sobre a USP, minha querida faculdade. Foi bem depois do bandejão, quando aquela comida toda caiu no estômago de tal forma que a preguiça fez com que eu me deitasse em um banquinho.



"Tenho 45 minutos entre bandejar/resolver coisas (como a emocionante tarefa de pagar contas) e o estágio. O que fazer? Por via das dúvidas, estendi minha canga - sim, eu carrego uma canga na mochila, junto com o guarda-chuva, o casaco e o lanchinho do dia. Tudo vem sendo bem útil.
Enfim, estou num banco verde (porque é cheio de musgo, quase uma cerca-viva) embaixo de uma árvore, numa sombrinha maravilhosa e um cheiro de terra molhada, como sabiamente já disse Sandy e Júnior. Até barulho de cigarra tem! Me sentiria no meio do mato se não fosse os Correios que ficam bem em frente. Mas tudo bem. A USP é mágica, um universo paralelo.

Onde mais você passaria sete e meia da manhã e veria um cara estacionando o carro para afinar o violino? Ou então 24571 cachorros num raio de 30m (sendo que todos são bem gordinhos até)? Qual a probabilidade de você estar a caminhar para almoçar (por R$ 1,90, vale frisar. Depois disso, tudo parece um absurdo de caro) e se deparar com uma bateria estilo escola de samba ensaiando? Sem contar a Praça do Relógio, que tem um bioma próprio - além do mais, seus jardineiros fazem drifting (manobras) com os cortadores de grama. Sensacional.

É... Você senta no ponto de ônibus do circular (busão de graça, veja só!) e ouve alguém falando outra língua - um espanhol inintendível, francês, ou, sei lá, javanês. No meio da selva de pedra, da cidade da garoa, engarrafamentos quilométricos e inversão térmica, uma ilha de verde, toda arborizada, do tamanho de Jardim da Penha e com a área verde maior que a do Parque do Ibirapuera.

Carros de universitários, professores, funcionários, e até mesmo gente que só corta caminho pela USP dividem espaço com ciclistas que, em bando, pedalam cheios de equipamentos moderníssimos. Na escola de Arquitetura e Urbanismo (FAU), aula em espaço aberto de desenho artístico - "O nu". Entende-se duas mulheres peladonas estáticas enquanto a galera desenha (eu fui nessa aula!!).

Ir para casa com alguém com um violoncelo a tiracolo no busão; gente usando as mais variadas (e inusitadas) combinações de roupas; patricinhas e mundrungos convivendo harmoniosamente na fila pra pegar a laranjada do bandejão; a maior quantidade de All Stars e orientais que você já viu; um doido que fala que vem de outro planeta e tem um império pra cuidar na vivência da ECA. E, além de tudo, padaria, farmácia, papelaria, residência universitária, milhares de xerox's e restaurantes, clube, etc.

Só tenho a reclamar de uma coisa: o circular demora séculos a passar quando eu mais preciso! E pára de passar depois das onze e pouco da noite. Além de muuuitos fumantes, que deixam meu cabelo impregnado. Mas faz parte.

Fora isso, orgulho de ser USPiana."


É isso aí galéééra, meu textículo tá aí.

Beijo pra todo mundo!

terça-feira, 8 de abril de 2008

cadê o amor?

Ei galera,
Bom, meu texto hoje é pra tentar esclarecer algumas coisinhas aí que estão acontecendo no centário nacional.Essas coisas estão ligadas ao caso da garotinha Isabelle, que foi jogada do prédio esses dias atrás. Foi confirmadopela perícia que a garota não apenas caiu do sexto andar do prédio mas foi torturada e asfixiada.Aí vem a pergunta: Como alguém de carne, osso, dois olhos, um nariz e uma boca pôde ter feito algo tão horrível?
Olha só. Primeiramente, o assassinato de crianças não é uma coisa muito incomum. Veja a diferença da reaçãode uma pessoa quando você comenta que mil crianças morreram no Iraque porque uma granada explodiu e uma meninafoi torturada até a morte por um sequestrador. Crianças morreram de qualquer forma mas no segundocaso, o assassinato é considerado mais brutal pela sociedade.
E outra, a Época dessa semana traz uma entrevista com um psquiatra que, se eu não me engano, diz que uma pessoa aparentemente normal pra sociedade pode cometer, em um ímpeto de euforia, crimes como assassinatoou outro tipo de violência. Além disso, não se pode descartar a posibilidade de uma psicopatia por partedo assassino(a) dessa criança.
Há algum tempo, uma garotinha inglesa, Madeleine MacCan, desapareceu de um quarto de hotel em Portugal e aindanão há pistas concretas do paradeiro da menina. Os pais são suspeitos do crime assim como no caso Isabelle,aqui no Brasil.
E mais um caso. A Veja de uns dias atrás traz uma reportagem sobre a mulher de Goiânia, casada e com filhos,que torturava meninas de classe inferior sem ao menos tentar justificar nenhum motivo aparente. Melhor, a justificativa era que a criminosa achava que isso não era um tipo de tortura. Vê se pode! As meninasque prestaram depoimentos alegaram tipos de tortura que eu nem vou citar aqui.
Pois então, basta saber de onde vem tanta maldade no coração de certos humanos.
It's time of a love revolution!

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Download de Filmes

Pras pessoas que adoram baixar filmes na net, assim como eu, aí vai a sugestão

http://cinema-na-sua-casa21.blogspot.com/

Esse é um site que você vai encontrar muito filme legal e num formato menor..

divirtam-se

sábado, 5 de abril de 2008

Ó eu aí!

Um comercial de energia elétrica IRADO que eu vi ontem... Juro que eu me enxerguei nele! Será que tenho razão?! Vejam aí e comentem!

http://www.youtube.com/watch?v=kpYz7IPFYcU&feature=related

Hasta luego!

Sessão Merchandising

Apesar de que eu tive zilhões e zilhões de aulas falando qeu merchandising não é bem isso que todo mundo pensa, que é um conceito mais amplo e bla bla bla, e que o nome disso é outra coisa, vou chamar de merchã mesmo porque esse é o nome do povo.
Enfim, como eu ando meio sem criatividade ultimamente (o estágio vem chupando o pouco que me restava), resolvi anunciar o blog do meu admirado primo Samuel Jr., mas conhecido como Junin, ou Gú (de Gurila). Tenha os pensamentos dele como os meus, porque a gnete tem várias sessões de transmimento de pensação. Ele é sen-sa-cio-nal. É de sangue, essa admirável família Silva.


Nau à deriva - por Junin
http://www.amaoboba.blogspot.com/


É isso aí, galera. Bom final-de-semana pra todo mundo!

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Gente, a Rita Lee é muito maluca. Hoje tava vendo a letra da música
dos Mutantes chamada "Panis et circenses". Conheci a banda, na verdade,
o ano passado nas aulas de literatura do nosso grande professor e amigo Luís.
A música diz o seguinte: "Eu quis cantar minha canção iluminada de sol. Soltei
os panos sobre os mastros no ar. Soltei os tigres e os leões nos quintais. Mas as pessoas da sala de jantar são ocupadas em nascer e morrer."Que povo mais rebelde!HAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAH.
Descobri num blog desses aí da vida que o título da música faz uma relação com a política do pão e circo do povo romano. E, como eu to ficando especialista em história esse ano (vou até comprar o livro do claudinho vicentino hahaha, brincadeirinha), posso explica pra vocês. Acredito que quando ela fala que as pessoas na sala de jantar só tão ocupadas em nascer e morrer, ela faz
menção à paralisação intelectual. Isso em todos os sentidos, as pessoas
contemporâneas criam tantos objetivos e esquecem do melhor, ser feliz.



Ah, não posso deixar de aproveitar o momento e postar
o poema mais legal do Drummond, chamado "E agora, josé" (trechos)

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

quarta-feira, 2 de abril de 2008

E Novamente...

...Eu queria muito ter um filme pra comentar, um texto irado pra postar, um pensamento bacana, como as minhas amigas bem fazem. Mas é porque eu não sei o que postar mesmo, por isso eu tô meio sumida. E confesso que tô me estranhando, até porque eu costumo ter alguns pensamentos divagatórios ao cair da noite (Cidão no MSN que o diga)... Mas enfim!
Ultimamente nem tenho parado direito em casa por causa da faculdade e do estagiozinho que eu arrumei - vou fazer o cartaz OFICIAL dos Jogos Universitários de Comunicação e Artes (JUCA)! É o EVENTO DO ANO prá nóis :p Mó responsa... Vai pra todas as faculdades, desde a gente, da ECA-USP, até Mackenzie (como a gente é bem doutrinado por aqui, CHUPA MACKENZIE!), Metodista, Cásper Libero, etecétera e tal. Vou aprender a mexer em alguns programas de produção gráfica, e isso é no mínimo interessante.
Além do mais eu tô penando pra tentar aprender a levada do sambão na Bateria lá da ECA (que, por acaso, é a BaterECA). É que eu tô aprendendo a tocar tamborim... Muita calma nessa hora! Aos trancos e barrancos lá vou eu, e eu chego lá.
Bom, pra esse ano eu espero começar o curso de acordeon (fiz a aula experimental e simplesmente me apaixonei), pegar umas matérias optativas de Desenho e tirar carteira de habilitação. Além de não ser barrada no Festival de Forró de Itaúnas (vamo, einh?)
Mas é isso aí. E queria mandar beijo pra todo mundo, que eu tô com saudade. E pra Sasha e pra Xuxa também.
Inté!