...postar falando de trabalhos acadêmicos.
O que fizemos esse semestre:
Em grupo:
1) Planejamento de marketing completo para uma empresa à sua escolha (nosso: Projeto Social Redigir)
2) Planejamento Promocional (nosso: biscoito Passatempo lanchinho)
3) Campanhas Políticas (Lula e Marta)
Individual:
1) Relatórios de leitura - LP III e Pesquisa
2) Ideologia na Propaganda (Feminismo e Mulheres Dermacyd)
3) Ensaio sobre Energia (Energias alternativas e adesão do governo para atitudes coletivas e não individuais).
Deve ter mais. Depois atualizo.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
Testando os limites do corpo.
Ultimamente tenho a impressão que ando testando os limites do meu corpo. Nessa rotina louca onde tem aula de manhã, trabalho à tarde/começo da noite e o tempo que me resta para fazer os trocentos trabalhos da faculdade, que não páram de brotar, é no final da noite/madrugada.
Minha rotina está sendo, basicamente, a seguinte: Acordo cedo. Vou pra aula. Almoço rápido. Vou pro trabalho. Fico até sete e meia, oito horas. Chego em casa oito e pouco, quase nove. SEMPRE tem um trabalho pra fazer. Mas daqui que chego em casa, tomo banho, como, dou aquela relaxada e vou fazer... Já são onze horas da noite. E tenho um horário-limite: duas da manhã. Passou das duas, já to babando, não rendo mais. Tenho que dormir. Aí normalmente eu acordo mais cedo, as cinco e meia, seis horas, pra continuar o que eu tava fazendo. E aí vou indo.
Nessa rotina louca, e com a greve da faculdade, eu tava comendo mal. Passar de R$1,90 pra uns dez conto por dia com comida não dá. E também faltava tempo. Então, às vezes, nem almoçava. Comia qualquer porcaria, sei lá, um salgado. Não que eu goste. Mas que não dava, mesmo.
E chegando em casa, só, vivo de bisnaguinha com requeijão e leite com toddy. É a base da minha alimentação.
Agora minha mãe tá em casa. Tô almoçando direitinho, levando marmita. Mas tô comendo MUITO. E muito doce, mais do que devia. Também, olha só: nos últimos tempos lá em casa, em uma semana, já teve: bolo gelado de chocolate, bolo de cenoura com cobertura de chocolate, palha italiana, pão de mel, torta de limão, chocolate quente... Tem quem resista?
Hoje, então, foi um dia trash. Dormi uma hora e meia. E olha que eu sou daquele tipo de pessoa que fica retardada quando tá com sono, não consegue sacudir a cabeça e continuar. Mas eu fiquei fazendo Ensaio de Lingua Portuguesa III das onze da noite até nove horas da manhã (!), só com essa pausa das duas e pouco(o fatídico horário) até três e quarenta da manhã. E a Bárbara (para quem não sabe, minha amiga, roomate e colega de classe) também mais ou menos no mesmo ritmo.
Na hora que a gente tava esperando pra ir pra faculdade, olhei pra gente e falei uma expressão célebre da Michelle pra definir a gente nesse momento: "DIGNAS DE PENA". Nossa, como estamos zoadas! Tô de óculos (que era pra ser temporário, mas tá virando perpétuo), cabelo desgrenhado, calça jeans de sempre, tênis mais vleho do universo, camisa qualquer do JUCA e moletom da ECA. Olhos pendendo, cansados. Expressão de quem vai cair desfalecido daqui a pouco. uhahuahua
Bom. Já tá passando. Tudo vai passar, e de vez. Dia 1º é quando eu ganho a Alforria: Não vou mais ao trabalho (vou sair) e entrego o último trabalho dos quatro que eu ainda tenho pra fazer. Aí no dia seguinte, ou no mesmo dia mesmo, eu viajo pro ES. Sombra, água fresca, praia, comidinha da mamãe, sem hora pra acordar, sem apresentaçoes, seminários, prazos. Livre, livre. Pelo menos por um tempo razoável.
Nossa, juro. Tô precisando.
Minha rotina está sendo, basicamente, a seguinte: Acordo cedo. Vou pra aula. Almoço rápido. Vou pro trabalho. Fico até sete e meia, oito horas. Chego em casa oito e pouco, quase nove. SEMPRE tem um trabalho pra fazer. Mas daqui que chego em casa, tomo banho, como, dou aquela relaxada e vou fazer... Já são onze horas da noite. E tenho um horário-limite: duas da manhã. Passou das duas, já to babando, não rendo mais. Tenho que dormir. Aí normalmente eu acordo mais cedo, as cinco e meia, seis horas, pra continuar o que eu tava fazendo. E aí vou indo.
Nessa rotina louca, e com a greve da faculdade, eu tava comendo mal. Passar de R$1,90 pra uns dez conto por dia com comida não dá. E também faltava tempo. Então, às vezes, nem almoçava. Comia qualquer porcaria, sei lá, um salgado. Não que eu goste. Mas que não dava, mesmo.
E chegando em casa, só, vivo de bisnaguinha com requeijão e leite com toddy. É a base da minha alimentação.
Agora minha mãe tá em casa. Tô almoçando direitinho, levando marmita. Mas tô comendo MUITO. E muito doce, mais do que devia. Também, olha só: nos últimos tempos lá em casa, em uma semana, já teve: bolo gelado de chocolate, bolo de cenoura com cobertura de chocolate, palha italiana, pão de mel, torta de limão, chocolate quente... Tem quem resista?
Hoje, então, foi um dia trash. Dormi uma hora e meia. E olha que eu sou daquele tipo de pessoa que fica retardada quando tá com sono, não consegue sacudir a cabeça e continuar. Mas eu fiquei fazendo Ensaio de Lingua Portuguesa III das onze da noite até nove horas da manhã (!), só com essa pausa das duas e pouco(o fatídico horário) até três e quarenta da manhã. E a Bárbara (para quem não sabe, minha amiga, roomate e colega de classe) também mais ou menos no mesmo ritmo.
Na hora que a gente tava esperando pra ir pra faculdade, olhei pra gente e falei uma expressão célebre da Michelle pra definir a gente nesse momento: "DIGNAS DE PENA". Nossa, como estamos zoadas! Tô de óculos (que era pra ser temporário, mas tá virando perpétuo), cabelo desgrenhado, calça jeans de sempre, tênis mais vleho do universo, camisa qualquer do JUCA e moletom da ECA. Olhos pendendo, cansados. Expressão de quem vai cair desfalecido daqui a pouco. uhahuahua
Bom. Já tá passando. Tudo vai passar, e de vez. Dia 1º é quando eu ganho a Alforria: Não vou mais ao trabalho (vou sair) e entrego o último trabalho dos quatro que eu ainda tenho pra fazer. Aí no dia seguinte, ou no mesmo dia mesmo, eu viajo pro ES. Sombra, água fresca, praia, comidinha da mamãe, sem hora pra acordar, sem apresentaçoes, seminários, prazos. Livre, livre. Pelo menos por um tempo razoável.
Nossa, juro. Tô precisando.
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Eu penso de menos.
É, eu penso de menos. Graças a Deus.
Você não sabe o tanto de coisas que eu evito parando pra pensar só no que importa (teoricamente), e deixando as neuras, as preocupações, os sofrimentos por antecipação e o pessimismo de lado.
Assim é mais fácil de ser feliz.
Você não sabe o tanto de coisas que eu evito parando pra pensar só no que importa (teoricamente), e deixando as neuras, as preocupações, os sofrimentos por antecipação e o pessimismo de lado.
Assim é mais fácil de ser feliz.
Mais uma tentativa. Dessa vez quero que seja pra valer.
Bom, já comecei esse post várias e várias vezes. Não vou começar mais uma vez falando que "quero ressuscitar isso aqui" e blá blá blá, como de praxe.
Mas acho que dessa vez vai.
Daqui a dez dias, terei TEMPO. E vai ser maravilhoso!
*
Como eu sei que se eu começar a escrever vou ter que parar no meio, porque tenho trezentas coisas pra fazer aqui, vou postar uns pensamentos legais. É de um cara, um filósofo chamado Mario Sergio Cortella, de um livro dele chamado "Não Nascemos Prontos! - Provocações filosóficas". Não que eu tenha lido, porque eu realmente não o fiz. Mas esses pensamentos da contracapa são bem legais. Até porque tenho me identificado (até demais) com eles ultimamente.
"Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta e vai se fazendo.
O grande desafio humano é resistir À sedução do repouso, pois nascemos para caminhar e nunca para nos satisfazer com as coisas como estão. A insatisfação é um elemento indispensável para quem, mais do que repetir, deseja criar, inovar, refazer, modificar, aperfeiçoar.
Assumir esse compromisso é aceitar o desafio de construir uma existência menos confortável, porém ilimitida e infinitamente mais significativa e graficante.
Mas acho que dessa vez vai.
Daqui a dez dias, terei TEMPO. E vai ser maravilhoso!
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Como eu sei que se eu começar a escrever vou ter que parar no meio, porque tenho trezentas coisas pra fazer aqui, vou postar uns pensamentos legais. É de um cara, um filósofo chamado Mario Sergio Cortella, de um livro dele chamado "Não Nascemos Prontos! - Provocações filosóficas". Não que eu tenha lido, porque eu realmente não o fiz. Mas esses pensamentos da contracapa são bem legais. Até porque tenho me identificado (até demais) com eles ultimamente.
"Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta e vai se fazendo.
O grande desafio humano é resistir À sedução do repouso, pois nascemos para caminhar e nunca para nos satisfazer com as coisas como estão. A insatisfação é um elemento indispensável para quem, mais do que repetir, deseja criar, inovar, refazer, modificar, aperfeiçoar.
Assumir esse compromisso é aceitar o desafio de construir uma existência menos confortável, porém ilimitida e infinitamente mais significativa e graficante.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
E se ressurge das cinzas...
É sempre assim. Passam-se eras e mais eras sem postar nesse blog, que fica jogado às traças. Mas, confesso, já foram várias as vezes que eu abri o blogspot.com, loguei e comecei um post. Mas nunca termino, logo, nunca posto. Vamos ver se dessa vez vai ser diferente.
Hoje é uma segunda-feira. Segunda-feira fria pra CACETE, diga-se de passagem (essa vai ser a madrugada mais fria do ano!).
Quando eu chegar em casa, termino o post.
Hoje é uma segunda-feira. Segunda-feira fria pra CACETE, diga-se de passagem (essa vai ser a madrugada mais fria do ano!).
Quando eu chegar em casa, termino o post.
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