segunda-feira, 31 de março de 2008

O post de hoje é dedicado ao amigo Laio (logo vocês saberão o porquê).


Por Jamili Zanon Bonicenha

“ESSES JOVENS REBELDES”

Essa é uma frase que eu e todos os jovens do mundo sempre ouvimos das nossas mães. Imaginem se a Amy Winehouse fosse filha da minha mãe. Coitada (da minha mãe, lógico), acha que eu dou trabalho. Aquele trabalho de voltar ao anoitecer do shopping ou se preocupar quando eu pego um táxi após sair com as amigas ou com o namorado.
Depois de matutar sobre a possibilidade da Amy Winehouse ser filha da minha mãe e claro, rir muito com isso, fui procurar informações sobre essa louquinha que fez sucesso no mundo todo com sua música chamada “Rehab”.
Ouvi “Rehab” pela primeira vez na casa do Laio, que me apresentou o trabalho dessa cantora britânica. Primeiramente, sem saber o conteúdo da música, comecei a rir porque eu achei o ritmo engraçadinho. Uma mistura de soul, jazz e música contemporânea numa voz rebelde. Cara! Até a voz da mulher é rebelde.
Então, ele me falou: “Mili, agora vou te mostrar a tradução da música”. Rehab = reabilitação. Ó Jesus, como alguém em sã consciência faz uma letra dessas e pior, autobiográfica. O refrão da música diz “eles me tentaram levar pra reabilitação, mas eu disse não, não, não”. Sério mesmo que assim que eu for pra Linhares, vou levar essa música pra minha mãe dar uma olhadinha e quem sabe ela pára de me chamar de rebelde.
Por fim, achei fascinante a idéia de poder expor seus problemas por meio da música (e que problemas, em minha filha!) e proporcionar à galera um som mito agradável e inovador. Afinal, chega de Britney e companhia! Um brinde às novas músicas!

Caderno de Memórias

Buscando os sonhos
encarando os desafios
abrindo a cabeça
relembrando as histórias
fazendo da vida
um caderno de memórias

_parei pra ler o que estava escrito na minha blusa e é isso que está, achei super legal.

sábado, 29 de março de 2008

HOLLYWOOD CONTRA FINAIS FELIZES

É isso aí. A academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos não quer mais finais felizes nos seus filmes. Ontem, sexta-feira, fui ao cinema ver “Sangue Negro”, filme que recebeu 8 indicações ao Oscar 2008. Afinal, o que teria de bom num filme cuja capa tem um homem quarentão de bigodes estilo “senhor feudal”?
Assim que chegamos, minha prima disse olhando pra mim “Esse é o filme que a gente vai ver?”. Caramba, fiquei constrangida logo no começo da sessão. Também tava pensando o mesmo que ela, algo do tipo “Nossa, vai ser uma monotonia só”. Pior, levei mais outras duas amigas além dela. Diversão na certa.
Pois bem, além das 8 indicações, o ator Daniel Day-Lewis (o mesmo do sinistro “Meu pé esquerdo”) ganhou o Oscar e o Globo de Ouro por causa de sua atuação nesse filme. Que monstrengo! O cara é fabuloso. Ele consegue simplesmente carregar nas costas mais de duas horas de filme, ele fala, age, grita, tudo sozinho. Acho que eu não conseguiria fazer isso por cinco minutos, imagina por duas horas? Daniel Day Lewis encarna, literalmente, o doidinho Plainview, um empresário do ramo petrolífero.
Então, galera, aí vai minha dica. O filme é meio estranho mas passa uma mensagem anti-solidão muito legal. E voltando ao título, não tem final feliz. Se você não gosta desse tipo de filme, não vá ao cinema. Além desse, acompanha no mesmo estilo “Onde os fracos não têm vez”, o vencedor do Oscar de melhor filme. Parece que o tal do final feliz já era.

ENTREVISTA DE DAY-LEWIS À REVISTA ÉPOCA (trechos)

ÉPOCA - O personagem de Sangue Negro, assim como os de O Último dos Moicanos, A Era da Inocência e Gangues de Nova York lida com a psiquê americana em seu estado mais primitivo. Por que você se sente atraído por papéis assim?
Day-Lewis - Procuro não examinar meus personagens diretamente, acreditando que fiz escolhas inconscientes. Mas uma parte de mim sempre fica intrigada por personagens assim, talvez por eu ser um outsider da cultura americana.

ÉPOCA - Você é conhecido como um ator metódico. Há algum tipo de informação externa, seja ela um livro, um quadro, uma frase famosa, um maneirismo qualquer, que o ajuda a compor um personagem?
Day-Lewis - Não. Um personagem para mim precisa apresentar-se sempre em sua inteiridade. Naturalmente que às vezes é necessário conquistar certas habilidades para poder interpretá-lo, mas jamais desmembro partes do personagem para depois costurá-las. Não consigo trabalhar assim. Tento permanecer inconsciente durante todo o período de desenvolvimento de um personagem.

ÉPOCA - Nos últimos 15 anos, você fez apenas seis filmes, o que ajudou a fomentar essa aura de misterioso, difícil e perfeccionista que hoje o acompanha. O que você tem a dizer sobre isso?
Day-Lewis - Na verdade, atuar é uma coisa muito fácil e prazerosa para mim. E minha decisão de fazer um filme é sempre muito rápida. Basta eu ler um roteiro e notar uma tentação irresistível. A fama de ator-relutante que me acompanha tem a ver com a simples questão que tento responder a mim mesmo ao pensar num novo trabalho: será que estou preparado por entregar-me de corpo e alma e emprestar três anos de minha vida, o que é um grande naco de existência humana, a um personagem? Assim que essa pergunta é respondida de um modo positivo, a sensação passa a ser prazerosa. Sempre.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Get up, stand up for your rights!

Hoje não tive que trabalhar, não teve nenhuma aula de reposição ou substituição de algum professor. Nada melhor então do que alugar filmes para assistir em uma tarde de sexta-feira, né Thamara? Mas como você não está mais aqui para me fazer companhia, assisti sozinha mesmo. Aluguei dois filmes, "Leões e Cordeiros" e "Paris, eu te amo". O segundo eu ainda não assisti, já o primeiro chega até ser interessante, nos faz refletir e pensar sobre o que estamos fazendo a favor do nosso país. Não vou escrever um post falando sobre o filme ou do que ele trata, mas algo que me chamou a atenção foi a atuação da Meryl Streep como uma jornalista no filme. Cara, o desabafo que ela dá na redação onde trabalha - depois de ter entrevistado o Senador (Tom Cruise) - é sensacional. Ela mostra toda a sua indignação e sua impotência quanto ao que está sendo feito em seu próprio país. Como jornalista ela tem conhecimento do que está se passando e não pode fazer nada em meio ao poder do governo, chegando a ser frustrante.

A atuação do diretor/ator Robert Redford também é interessante, ele faz o papel de um professor que tenta colocar um espírito crítico e uma sensibilidade em um aluno que ele acredita que tem potencial. Ele fala que a maioria dos soldados hoje em combate vieram de zonas periféricas, onde o Estado os havia abandonado. Mas o engraçado era que mesmo assim eles sentiam um desejo de lutar pelo país, o mesmo país que um dia virou as costas para eles. E como um jovem que teve tudo, a melhor educação, melhores moradias, onde o Estado fazia tudo por ele, não tem coragem de se levantar e ir defendê-lo? É muito cômodo pra mim também estar escrevendo no meu laptop sobre querer mudanças. Mas quem sabe um dia eu ainda me levanto.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Olá meus caros mancebos.

Aqui vai um texto que eu fiz hoje lá pra escola e acho que vou tirar um zero com a seguinte justificativa: “julgamento de valor” haiuheiuhaiuheiuhaiueh

POR JAMILI ZANON BONICENHA.

PROPOSTA: O projeto de Lei da senadora Benedita da Silva qualifica como crime o assédio sexual.
Sua tarefa é redigir uma carta argumentativa que convença seu interlocutor de que ele está equivocado quanto às idéias expressas no depoimento dele.

Alexandre Moreira Souza – Engenheiro

Aos 34 anos, penso que não é possível tratar uma legislação fora do contexto social em que será aplicada. A cultura brasileira tem na imagem do “amante latino”, daquele que vê na conquista a prova da sua masculinidade, um traço característico. Como dissociar “sensualidade” e tudo o que gira em torno dela de um padrão de comportamento que já está incorporado às relações entre homens e mulheres brasileiros? Aqui a conotação de desrespeito se perde diante da tolerância com que as mulheres sempre reagiram a cantadas e paqueras, o que, na verdade, já faz parte do comportamento que se espera dos homens. Com essa base cultural, fica muito difícil distinguir “paquera”, “cantada” e “assédio”. Para situações mais violentas, os crimes de estupro e atentado violento ao pudor já estão previstos por lei. Por isso, considerar o que se chama de “assédio sexual” como crime é uma violência contra a própria cultura do país.
(Extraído da do jornal O Norte)


Vitória, 27 de março de 2008.
Prezado Alexandre Souza,

Espanta-me que em pleno século XXI, uma pessoa com formação superior, como você, possa justificar o assédio sexual levando em conta a sensualidade da mulher latina. Lamento lhe dizer, mas essa é uma opinião fundamentada em costumes machistas. Seu depoimento no jornal “O Norte”, Alexandre, acabou sendo baseado em um parecer de caráter moralista.
Primeiramente, senhor, a nossa lei de proteção às mulheres, criada pela senadora Benedita da Silva, visa principalmente acabar com a manipulação de quem tem um certo poder hierárquico, como professores e chefes de empresas, sobre mulheres que não conseguem ascender profissionalmente se não cederem aos caprichos levianos de seus mentores.
Ainda lhe digo que esses casos não se tratam de simples “paqueras” e “cantadas”, dessas que a gente ouve na calçada ou no ônibus. São situações graves e de difícil comprovação judicial. Podem arruinar a carreira de uma profissional se a mulher não for orientada corretamente para obter provas do suposto crime.
Além disso, Alexandre, sou obrigada a admitir que algumas (atenção! Algumas) mulheres usam o charme latino para provocar os homens. Porém, tratando-se de assédio sexual, você não pode considerar uma opinião dessas, ou seja, generalizada. Como ficam as mulheres que são incomodadas por homens indiscretos sem sequer ter nenhuma malícia?
Portanto, espero que o senhor reveja suas opiniões acerca da mulher brasileira e suas dificuldades perante à tradição patriarcal, principalmente as que buscam igualdade no meio sócio-profissional, uma vez que não vem sendo fácil igualar a mulher ao homem numa sociedade em que há pouco tempo seres do sexo feminino só serviam para procriar.

Atenciosamente,

PS: Depois eu conto pra vocês a minha nota UHEAUIEIHAUIEHIUHAEUI
PS2: Críticas são bem-vindas

Obrigado, Papa!

Às vezes é até bom ter nascido em um país católico, porque eu nunca vi tanto feriado por causa de Santos. Por falar em Santo, mais um ganha a sua devida importância na sociedade e torna o nosso dia em um dia "livre". Adivinha por que eu to falando isso? Segunda-feira é feriado! Provavelmente por causa de alguma Maria.... Amém! Porque eu mereço uma folga dessas crianças magavilhosas.

Obs.: Não estou aqui criticando a Igreja Católica, ainda mais porque eu também sou cristã. Apenas estou sendo irônica com mais um feriado existente no calendário brasileiro.

quarta-feira, 26 de março de 2008

"Estou sem ter o que fazer na internet, e agora?"

Bom, querido amigo desocupado! Pra começar, dar uma lida nesse blog - afinal, nessas horas podemos ser quase como um serviço de utilidade pública - e comentar seria uma boa pra ambas as partes. Mas se você só tiver a fim de assistir alguma coisa rápida e bacana, aí vai:

http://www.dothetest.co.uk/

É um teste de atenção, o objetivo é você contar quantos passes o equipe de branco dá ao jogar um pouco de basquete. O resultado é muuuito legal! Aliás, isso é uma propaganda (que coisa não?) do Ministério de Transportes de Londres.

Inté!
Eu, ao som de Beatriz (Ana Carolina)

terça-feira, 25 de março de 2008

Olá galera,

Aí vai uma crônica do colunista do "Estadão", Mário Prata.

CRÔNICA DA LOUCURA

O melhor da Terapia é ficar observando os meus colegas loucos.
Existem dois tipos de loucos. O louco propriamente dito e o que cuida do louco: o analista, o terapeuta, o psicólogo e o psiquiatra. Sim, somente um louco pode se dispor a ouvir a loucura de seis ou sete outros loucos todos os dias, meses, anos. Se não era louco, ficou. Durante quarenta anos, passei longe deles. Pronto, acabei diante de um louco, contando as minhas loucuras acumuladas. Confesso, como louco confesso, que estou adorando estar louco semanal.
O melhor da terapia é chegar antes, algumas minutos e ficar observando os meus colegas loucos na sala de espera. Onde faço a minha terapia é uma casa grande com oito loucos analistas. Portanto, a sala de espera sempre tem três ou quatro ali, ansiosos, pensando na loucura que vão dizer dali a pouco. Ninguém olha para ninguém. O silencio é uma loucura. E eu, como escritor, adoro observar pessoas, imaginar os nomes, a profissão, quantos filhos têm, se rotarianos ou leoninos, corintianos ou palmeirenses.
Acho que todo escritor gosta desse brinquedo, no mínimo, criativo.
E a sala de espera de um “consultório médico”, como diz a atendente absolutamente normal (apenas uma pessoa normal lê tanto Paulo Coelho como ela), é um prato cheio para um louco escritor como eu. Senão, vejamos:
Na última quarta-feira, estávamos eu, um crioulinho muito bem vestido, um senhor de uns cinqüenta anos e uma velha gorda. Comecei, é claro, imediatamente a imaginar qual seria o problema de cada um deles?Não foi difícil, porque eu já partia do principio que todos eram loucos, como eu. Senão, não estariam ali, tão cabisbaixos e ensimesmados.O pretinho, por exemplo. Claro que a cor, num país racista como o nosso, deve ter contribuído muito para levá-lo até aquela poltrona de vime. Deve gostar de uma branca, e os pais dela não aprovam o casamento, pensei. Ou era que não conseguiu entrar como sócio do “Harmonia do Samba”? Notei que o tênis estava um pouco velho. Problema de ascensão social, com certeza. O olhar dele era triste, cansado. Comecei a ficar com pena dele. Depois notei que ele trazia uma mala. Podia ser o corpo da namorada esquartejada lá dentro. Talvez apenas a cabeça. Devia ser um assassino, ou suicida, no mínimo. Podia ter também uma arma lá dentro. Podia ser perigoso.Afastei-me um pouco dele no sofá. Ele dava olhadas furtivas para dentro da mala assassina.E o senhor de terno preto, gravata, meias e sapatos também pretos? Como le estava sofrendo, coitado. Ele disfarçava, mas notei que tinha um pequeno tique no olho esquerdo. Corno, na certa. E manso. Corno manso sempre tem tiques. Já notaram? Observo as mãos. Roía as unhas. Insegurança total, medo de viver. Filho drogado? Bem provável. Como era infeliz esse meu personagem. Uma hora tirou o lenço e eu já estava esperando as lágrimas quando ele assoou o nariz violentamente, interrompendo o Paulo Coelho da outra. Faltava um botão na camisa. Claro, abandonado pela esposa. Devia morar num flat, pagar caro, devia ter dívidas astronômicas. Homossexual?Acho que não. Ninguém beijaria um homem com um bigode daqueles. Tingido.Mas a melhor, a mais doida, era a louca gorda e baixinha. Que bunda imensa. Como sofria, meu Deus. Bastava olhar no rosto dela. Não devia fazer amor há mais de trinta anos. Será que se masturbaria? Será que era esse o problema dela? Uma velha masturbadora? Não! Tirou um terço da bolsa e começou a rezar. Meu Deus, o caso é mais grave do que eu pensava. Estava no quinto cigarro em dez minutos. Tensa. Coitada. O que deve ser dos filhos dela? Acho que os filhos não comem a macarronada dela há dezenas e dezenas de domingos. Tinha cara também de quem mentia para o analista. Minha mãe rezaria uma Salve-Rainha por ela, se a conhecesse.Acabou o meu tempo. Tenho que ir conversar com o meu psicanalista.Conto para ele a minha “viagem” na sala de espera. Ele ri, ri muito, o meu psicanalista.:
“- O Ditinho é o nosso office-boy. O de terno preto é representante de um laboratório multinacional de remédios lá no Ipiranga e passa aqui uma vez por mês com as novidades. E a gordinha é a Dona Dirce, a gordinha é a minha mãe.
E você não vai ter alta tão cedo

domingo, 23 de março de 2008

Post da páscoa

O dia dos ovos de páscoa

Domingo, 23 de março de 2008. Estou na casa da vovó, comendo ovo de páscoa(nossa, arrumaram um ovo estilo trufa com recheio de chocolate magnífico) e assistindo tv.Quer coisa melhor? O bom é que ainda não saiu briga por aqui. Geralmente as brigas saem logo depois do almoço quando todos já estão com os neurônios entupidos de ch3cooh. Agora é esperar pra ver quem vai dar o primeiro passo.
Aqui as coisas funcionam como as tradicionais famílias do século XIX e XX. Todosdevem ir à missa de páscoa, almoçar e nada de fanfarrear muito. Fui imensamentecriticada por ter ido ao cinema na sexta-feira santa. COmo se eu fosse ofender JesusCristo por ter ido assistir a um filme. Ei, calma nessa hora se voce for um cristão fervoroso, não quero criticar nenhum dogma da igreja católica(pode mentir na páscoa?).
Bom, to ironizando tudo isso aí mas o que importa mesmo é que eu adoroessa reunião de família, mesmo sendo olhada da cabeça aos pés quando chego aqui.Espero que essas tradições sejam mantidas pelas pessoas da minha família e de outrasporque apesar de não segui-las eu acho interessante.

Feliz páscoa !

Jamili

quarta-feira, 19 de março de 2008

Post de uma desocupada

São dez horas da manhã e aqui estou eu, cheia de tempo e sem ter o que fazer. Ah, é muito bom estar de volta na "terrinha", ver o mar de novo, sentir a brisinha, poder andar de short e sem guarda-chuva... Mas todo mundo tá ocupado fazendo algo! Estudando, trabalhando, sei lá... E eu abandonada com meu ócio.

Daqui a pouco vou assistir a um filme... Eles tão indo embora um a um. Já vi Réquiem para um Sonho (altamente recomendado pelo meu primo Samuca, mais conhecido como JUNINHO, e agora por mim também - é bem forte!), agora tenho A Chave Mestra, Cidadão Kane e O Enigma de Kaspar Hauser pra ver. Ah, e pra quem gosta das músicas dos Beatles e daquela atmosfera dos anos 60, veja Across the Universe. É uma gracinha! haha.

Enfim, como uma boa pré-candidata a propagandista, vou colocar umas campanhas legais por aqui. Se você tiver desocupado como eu na internet, é uma boa pedida:



Menino jogando bola - é um comercial americano de um chocolate, muito bonitinho. O menino é muito esperto! Vejam, vejam. Juro que é bacana.

Vende-se beijo - aquele clássico do Mercado Livre. A música é uma gracinha (nossa, como eu estou meiga ultimamente!)

Coca-cola Paquera - Versão inglesa do comercial da Coca-Cola: "Viva o lado Coca-cola da conquista!"

Coca-cola GTA - Aquele do cara bonzinho com pose de bad boy. O melhor do comercial é a música! You give a little love and it all comes back to you...

Propagandas da Sprite: As coisas como elas são - O amor; O amigo; Arroto. Cara, eles tão MUITO BONS.

General Electric - Mais um comercial ternurinha pra minha lista, sobre a energia eólica. "Eles tiram do vento tudo o que há de melhor".

OMO Menino-Robô - "Toda criança tem o direito de brincar. Porque se sujar faz bem". Cute!

Mãe, eu quero brócolis - Do Sustagen Kids. O nome é auto-explicativo, né?

Ah, O verão! - Da Skol. Também nem precisa comentar!

Comercial da Honda

Comercial de Camisinha - pouco engraçado!

É, acho que tá bom né? Senão Jamili reclama de monopólio. uhahahuaha

Inté





terça-feira, 18 de março de 2008

Mais um, mais um!

Rapaaiz... Tô encontrando umas coisas bacanas. Essa é a vantagem de se ter diário mesmo depois de grandinha. Esse eu escrevi no começo do ano.


Algumas das minhas filosofias de vida:

NÃO SOFRA POR ANTECIPAÇÃO. Pra quê ficar choroso por uma coisa que nem aconteceu ainda, e talvez nem venha a acontecer? Pode ser só obra da sua mente aflita. Sofrimento já é algo terrível... Imagine só o sofrimento desnecessário!

NÃO SOFRA POR MUITO TEMPO. Quando a bomba explode e não há o que fazer, você tem todo, mas todo o direito de ficar triste. Mas não pra sempre! Se realmente não há o que fazer, dê um tempo para a digestão da idéia... E bola pra frente. Você triste não vai mudar a realidade; esse período é necessário pra você se reerguer e extravasar, mas, como bem diz aquela máxima - clichê, mas verdadeira - "quando o seu coração quebra, o mundo não pára para que você junte os pedaços".

SORRIA QUE A VIDA TÁ ÓTIMA. Tem saúde, uma cama pra dormir, comida quando sente fome e em quem confiar? Sua vida tá feita, seja feliz e vá moldando para que ela fique melhor ainda.

CARPE DIEM. "Aproveite cada dia como se fosse o último, porque um dia de fato será". Cada segundo, cada momento. "O amanhã a Deus pertence". Não deixe de falar o que tem vontade, não deixe de fazer o que quer... Viva a vida como ela deve ser vivida: intensamente, sem a sensação de que "ah, por que eu não fiz aquilo?"

SÓ ME ARREPENDO DO QUE NÃO FIZ. Complementando o que eu disse acima.... Nos momentos de receio deixo de fazer e acabo não sabendo no que poderia ter dado. Não saber é uma das piores sensações do mundo, e você fazendo, por mais que a conseqüência seja ruim, você sabe.

SOBRE A INDIFERENÇA: Não há nada que irrite, chateie o magoe mais (pelo menos no meu caso) do que saber que não significa nada para algúem, como se você simplesmente não existisse. Gosto de significar algo, porque as coisas que existem significam. A indiferença é a melhor arma contra inimigos e provocações, mas quando feita por uma pessoa que você considera... Alguma pessoa que significa... Nem sei o que comentar.

CADA UM COM SEU CADA QUAL. Cada um faz o que bem entender da sua vida. Cada um com seus gostos, virtudes, preferências, opção sexual, religião... As diferenças são o que deixam o mundo mais interessante, e tem que ser respeitadas. Se aquele cara gostar de pagode, isso vai mudar alguma coisa na minha vida? E se ele gostasse de New Metal, isso interferiria de alguma forma nela? Acho que não. Isso diz respeito à ele, e só. Seja do jeito que você quiser, faça o que bem entender, desde que não incomode os outros. Afinal, "sua liberdade termina onde a do outro começa". Sabendo respeitar os limites de convivência - ninguém é obrigado a gostar do que você gosta, certo? - dá pra se viver de um modo bacana, com uma mente aberta e podendo curtir bem mais esse mundão sortido que só ele.

Um daqueles pensamentos de diário

Escrevi em 2005, em um momento de ócio criativo (ou não, uhahauhua)


Coisas que só vivendo para saber:
_Quando você estiver procurando algo que precisa muito, esquece. Você não só não vai conseguir encontra-lo agora como quando estiver procurando uma oooutra coisa (e, por acaso, não estiver mais precisando da primeira), você vai acha-lo. E o que você está procurando agora? Nada.
_Você até fica com uma música boa na cabeça, mas as que mais "grudam" são as mais bregas.
_Acontece de você achar a pessoa certa, mas na hora errada.
_Você nunca terá certeza de que o destino realmente existe, mas verá como as coincidências serão presentes no dia-a-dia, e como esse mundo é pequeno e dá voltas.
_Você nunca conseguirá esquecer algo ou alguém que acha que realmente deveria sumir da sua cabeça. E justamente por esse motivo!


Belos pensamentos para uma menina de quinze anos. He. =)
OLÁ, GALERA.O BLOG FOI FEITO COMO UM INCENTIVO À ARTE DE ESCREVER (U.I). ESPERO QUE VOCÊS GOSTEM DAS INSANIDADES AQUI ESCRITAS.

Crônica: A única coisa de que precisamos é amor

Não, eu não vou fazer uma crônica melosa pra te dizer que você precisa encontrar um par perfeito, um príncipe encantado e então casar e viver feliz pra sempre. Na verdade, a idéia do texto surgiu após eu ter escrito um cartãozinho pra minha melhor amiga. O engraçado é que quando criança eu adorava escrever cartõezinhos de natal, páscoa e aniversário. Hoje eu repudio.Quanta grosseria, em?! Que nada. É que fica cada fez mais difícilresumir em dez linhas o que você já viveu em tantos anos (ok, 17nãosão tantos assim mas já faz uma diferença enorme).

Pois então, acabei percebendo o que já tinha percebido. Nossomundo precisa de mais amor. Amor como sinônimo de sutileza, ao levantar dando aquele bom dia e você acaba esquecendo todos os seus problemas. Dias atrás, saí, fui pra escola e no caminho encontrei uma senhorana faixa de 65 anos passeando com o cachorro e dei "bom dia". Incrível, eu nem conhecia a senhora e parecia que eu era a neta dela que haviachegado de viagem e que ela não via há séculos. Só vi o sorriso da mulher. Acho que antes de cumprimentá-la ela deve ter pensado "mais uma adolescenteque não tá nem aí pra nada" ou nem deve ter notado em mim. Voltando ao assunto dos cartõezinhos, esses dias revelei uma fotoe enviei ao meu ex-professor de literatura. Sabe aquelas pessoasextremamente inteligentes e educadas? Pois então, ele é do tipo. Uma raridade nos dias de hoje, aquele que fala olhando realmente pra você. No cartão escrevi "obrigada por ensinar os jovens de hoje a serem um pouco mais humanos". Aposto que ele deve ter pensado "que bom que alguns jovens realmente estão dispostos a acabar com essa palhaçadade individualismo".

E, por fim, é bom dizer e deixar claro que cada um precisade ficar sozinho por um tempo, mas não permanentemente. A convivênciatraz alegria pra essa vida cada vez mais corrida, capitalista. Nossa, que frase pseudoliberal mas é verdade. O meu conselho é: Ame! Ame o cachorro, o papagaio, seus amigos, seu namorado, sua famíliae seu mundo. Este último, principalmente, precisa muito disso.

Por Jamili Z. Bonicenha
Ok, é só pra testar mesmo. :)